O ex-prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (Republicanos) levou uma “surra nas urnas” da ex-mulher, a deputada estadual Janaína, que também pertence ao mesmo partido.
Ao abrir das urnas, Janaína saiu com 18.898 votos em todo o Maranhão, por sua vez, Assis tirou apenas 6.744 votos. E se tratando do resultado apenas na segunda maior cidade maranhense, a ex-primeira dama obteve 9.082 votos, contra míseros 1.885 votos do ex-esposo.
O ex-deputado estadual Marcos Caldas, conhecido pelos mais íntimos como “Play”, que chegou a ser Governador “tampão” do do Maranhão saiu das urnas desta eleição de 2026 com 13.062 votos e ficou na segunda suplência para Assembleia Legislativa.
Diante do resultado, o político que também é empresário completou agora quatro derrotas seguidas.
Nas eleições de 2014, Marcos Caldas, pelo PRP, obteve 30.834 votos e não conseguiu se eleger. Ficou apenas na suplência. Quatro anos após, em 2018, pelo PTB, o “Play” obteve 27.322 votos e novamente foi derrotado, ficou apenas na suplência. Nas eleições de 2022, foram 26.697 votos nas urnas, e desta vez, além de perder, Caldas sequer ficou como suplente.
Nesta terça-feira (06) o Contador José Dílson Alves Oliveira, dono da empresa Contabiliza Assessoria e Consultoria Contábil LTDA, recebeu em uma das suas salas no bairro do Cohama em São Luís, o deputado federal Josimar Maranhãozinho e a esposa, deputada federal Detinha, ambos do PL.
O casal de políticos foi recebido com um bolo de morango e lança confete dourado, ao fundo uma foto com a imagem dos deputados estaduais e federais eleitos pelo PL do Maranhão nestas eleições de 2026.
O ato teve momento de fala de Detinha e Josimar que rasgaram elogios à empresa Contabiliza Assessoria e Consultoria Contábil LTDA.
O dono da empresa é o Contador José Dílson Alves Oliveira,que possui dezenas de prefeituras do PL de Josimar.
– Operação Afluente e sócio de Josimar em helicóptero
A Polícia Federa descobriu que o Contador Dílson é sócio de Josimar Maranhão. Juntos, eles são dono do helicóptero “Robinson R66 Turbine” ano 2024, fabricado pela Robinson Helicopter Company, matrícula PS-DGO, da cor predominantemente preta e detalhes em cinza, avaliado quase R$ 10 milhões.
A aeronave foi apreendida durante a deflagração da Operação Afluente, então, descobriu-se que o helicóptero possui seis donos, entre eles, Josimar, Detinha e José Dílson Alves Oliveira que tem 16,6% Robinson Helicopter Company.
O deputado federal Pedro Lucas Fernandes, do União Brasil, fez história ao se tornar o deputado federal mais votado do Maranhão nas eleições de 2026.
O parlamentar saiu das urnas com exitosos 188.853 (4,75%), antes, nas eleições de 2022, ele obteve 159.786 (4,31%) e ficou na segunda colocação em todo o Maranhão.
Na primeira vez que se candidato a deputado federal, em 2018, ficou na 6ª colocação com 111.538 (3,41%), de forma que Pedro Lucas Fernandes é uma das principais liderança política do Maranhão.
O Deputado Estadual Pará Figueredo, do Republicanos, que possui uma “renca” de familiares no judiciário maranhense passou vergonha nas urnas eleitorais de 2026.
O parlamenta teve apenas 9 mil votos em todo o Maranhão e na cidade onde a família dele faz política partidária que é São João Batista, o desempenho foi ruim, ficou apenas na terceira colocação com apenas 1 mil votos.
O resultado nas urnas de 2026, fará, por tabela, Pará sair pelas portas dos fundos da política partidária.
A partir de 2027 Pará será 10º suplente na Assembleia Legislativa.
O candidato a deputado estadual Peron Figueredo (Novo) decepcionou como candidato a deputado federal. Ao abrir das urnas, Peron obteve míseros 747 votos, um desempenho ridículo que deve “aposentar” o empresário da política.
Figueiredo é dono da empresa de água mineral “Ilha Bella” e ficou conhecido nas redes sociais pelo discurso moralista e afirmar que não compraria votos no processo eleitoral.
Faltou voto e sobrou dinheiro na campanha da candidata a deputada federal Mary do Mojó, do PL. Ela que é atual vereadora do município de Paço do Lumiar, recebeu do seu partido a bolada de 1,3 milhões de reais nestas eleições.
Mary apresentou à justiça eleitoral uma prestação de contas suspeita de conter gastos com notas fiscais frias. O caso é grave e deverá ser investigado.
Ao abrir das urnas, a vereadora obteve apenas 3.513 votos em todo o Maranhão.
Os sistema proporcional que elege deputados federais no Brasil tem se configurado ao longo dos anos como uma verdadeira injustiça e a prova nas urnas meio de forma mais cristalina no Maranhão nestas eleições.
O deputado federal Duarte Júnior, do Avante, obteve 170 mil votos, contra 54 mil de Marcio Jerry, do PCdoB, no final das contas, quem saiu eleito para mais quatro anos na Câmara Federal foi o comunista em vez da vontade dos maranhenses que escolheram Duarte.
Quatro partidos considerados grandes no Maranhão não conseguiram alcançar os 80% dos quociente eleitoral, número mínimo para eleger uma cadeira de Deputado Federal nestas eleições de 2026. O quociente eleitoral alcançou 220 mil votos e 80% desse número equivale a 176 mil.
O Partido Avante, de Duarte Júnior, somou 170 mil votos, ficou apenas 6 mil de elegê-lo; O PSB, de Othelino Neto, obteve 168 mil votos, ficou faltando 8 mil votos para eleger uma cadeira; Já o PSD, de Fernando Braide, obteve 163 mil votos, faltou, portanto, 13 mil votos para elegê-lo e, o Podemos, de Fábio Macedo teve 141 mil votos, faltou 35 mil votos para eleger uma cadeira na Câmara Federal.
O ainda vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, do PT, teve o pior desempenho da história de um candidato ao Governo que teve o apoio integral do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Usando a imagem de Lula de forma exacerbado, Camarão fez a campanha eleitoral do Maranhão alegando ser o dono do “legado” do ex-governador Flávio Dino, hoje ministro do STF.
A população maranhense humilhou Camarão nas urnas e ele saiu minúsculo, com apenas 9% dos votos.