out
out
out
Mais uma confusão registrada na noite deste domingo (25) após o resultado das eleições em favor de Lula. A briga desta vez foi registrado no Posto de Combustível Natureza em frente ao Mateus do Araçagy.
Um homem apontado como “parente” do ainda vice-governador Felipe Camarão, do PT, chegou em um carro de som na conveniência aonde já estavam eleitores de Flávio Bolsonaro e começou um bate-boca.
Felizmente a Polícia Militar chegou a tempo e decidiu separar os brigões.
out
Luís Paulo Braga da Silva, o “Paulinho”, de 36 anos, foi assassinado no bairro da Pirâmide, no município neste domingo, dia 25.
Ele ficou conhecido como o motorista que teve o carro desgovernado e acabou tragicamente ceifando a vida da senhora Anayldes Gouveia Ribeiro, de 60 anos, no último dia 07 de julho, na estrada de Raposa – MA 203.
Na semana seguinte ao acidente, Paulinho chegou a conceder entrevista exclusiva ao Blog do Domingos Costa, conforme trecho desta publicação.
out

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) aprofundou a investigação sobre o pagamento de R$ 8,8 mil em diárias a sete vereadores e um servidor comissionado da Câmara Municipal de Buriticupu para uma viagem a São Luís, em junho de 2026. A apuração busca esclarecer se os recursos públicos foram utilizados para finalidade institucional e se os pagamentos respeitaram a legislação municipal.
A investigação envolve a presidente da Câmara, Vanusa Ibiapino Sousa Fernandes, outros seis vereadores e o chefe de gabinete Talles Antônio Santos Ferreira. O caso teve origem em uma representação apresentada por Luiz III da Silva e está sob responsabilidade da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu.
Um dos principais pontos questionados pelo promotor de Justiça Felipe Augusto Rotondo é a diferença entre os valores pagos e os previstos na Lei Municipal nº 377/2017. Conforme a tabela citada na decisão, a diária integral de vereador era de R$ 350, enquanto a de servidor comissionado era de R$ 250.
No entanto, os vereadores receberam R$ 600 por diária e o servidor, R$ 400. Considerando as 14 diárias dos parlamentares e uma do servidor, a diferença nominal chega a R$ 3.650, caso não exista outra norma válida que tenha atualizado os valores. O Ministério Público cobra a apresentação do fundamento legal que autorizou os pagamentos.
A Promotoria também identificou divergências entre as datas registradas nos documentos da viagem e as informações sobre uma suposta reunião institucional na Secretaria de Estado de Articulação Política (SECAP). Embora a Câmara e os beneficiários tenham afirmado que a viagem tinha como objetivo tratar de demandas institucionais, documentos de solicitação e concessão das diárias, datados de 17 de junho, já indicavam permanência até o dia 19.
O órgão quer esclarecer a sequência dos acontecimentos e verificar quando os documentos foram efetivamente elaborados e assinados. Outro ponto sob análise são os arquivos enviados pela SECAP para comprovar a agenda do secretário e a pauta da reunião.
Os metadados indicaram que o arquivo da agenda foi gerado em 9 de setembro de 2026, e o documento com a pauta, em 10 de setembro, embora se refiram a fatos supostamente ocorridos em junho. As datas, isoladamente, não comprovam falsificação, mas levaram o Ministério Público a solicitar os documentos originais e registros que permitam verificar quando foram elaborados.
A finalidade da viagem também é questionada. A justificativa publicada no Portal da Transparência da Câmara mencionava um encontro com Larissa DP e parlamentares no Palácio dos Leões. Entretanto, os relatos divergem: enquanto parte dos beneficiários descreveu o encontro como uma visita de cortesia ao escritório da então pré-candidata, Larissa da Silva Torres da Costa afirmou que o encontro ocorreu casualmente em um restaurante de São Luís, sem agendamento prévio.
A Promotoria busca comprovar a realização e o conteúdo das reuniões institucionais alegadas, incluindo demandas relacionadas à BR-222, a poços artesianos e à possível destinação de um veículo à Câmara.
A decisão da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 19 de outubro de 2026.
out

Uma embarcação está há uma semana encalhada no Canto do Atins, no município de Barreirinhas.
Leitores do Blog do DC informaram que o barco, tipo veleiro, está sem motor e quando a maré enche não consegue sair do local porque também não possui as velas.
Não se sabe a origem da embarcação, até agora…
out
Investigações envolvem obras públicas, possíveis irregularidades no IEMA, contratos temporários na saúde e cumprimento da jornada de trabalho por dentistas do município.

Quatro procedimentos envolvendo a administração pública de São Vicente Férrer estão em andamento para apurar denúncias e irregularidades em diferentes setores do município. Os casos envolvem contratos de obras públicas que somam quase R$ 700 mil, suspeitas relacionadas à jornada de trabalho de servidores do IEMA, possíveis irregularidades no pagamento de direitos trabalhistas de profissionais da saúde e questionamentos sobre a frequência e a carga horária de dentistas da rede municipal.
Os atos foram publicados no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão, edição nº 194/2026, de 7 de outubro de 2026, e assinados pela promotora de Justiça Alessandra Darub Alves. As apurações estão em fases distintas e buscam reunir documentos, esclarecer os fatos e verificar se houve irregularidades.
– Obras públicas de quase R$ 700 mil entram na mira de investigação
Um dos casos envolve duas licitações realizadas em 2018 para execução de obras de pavimentação e drenagem no município. Os contratos foram firmados com a empresa E. Araújo Guimarães Ltda., conhecida como Gui-Mas Construções, e somam R$ 697.273,78.
O primeiro contrato, decorrente da Tomada de Preços nº 08/2018, tinha o valor de R$ 449.965,64 e previa serviços de pavimentação e drenagem. O segundo, referente à Tomada de Preços nº 09/2018, foi firmado por R$ 247.308,14 para obras semelhantes na localidade de Casagrande.
Análises técnicas identificaram possíveis falhas nos procedimentos licitatórios. Entre os pontos levantados estão problemas na documentação orçamentária, parecer jurídico considerado genérico, cláusulas que podem ter restringido a participação de empresas, questões relacionadas à publicidade dos editais e ausência de registros considerados necessários para o acompanhamento dos contratos.
Outro ponto que chamou a atenção foi uma análise preliminar do Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). O levantamento identificou movimentações financeiras atribuídas à empresa e ao proprietário, Ernaldo Araújo Guimarães, consideradas incompatíveis com as receitas e os rendimentos declarados. Também foram apontadas transferências para servidores públicos sem justificativa legal aparente, conforme a análise preliminar.
Essas informações ainda precisam ser esclarecidas e não comprovam, por si só, a prática de irregularidades ou crimes. Em uma diligência realizada em 26 de junho de 2026, no endereço cadastrado da empresa, em Sucupira do Norte, o local foi encontrado fechado naquele momento.
O procedimento foi convertido em inquérito civil para aprofundar a investigação. O prefeito Adriano Machado de Freitas foi notificado para se manifestar, no prazo de 15 dias, sobre os apontamentos técnicos.
– Denúncia aponta irregularidades na jornada de servidores do IEMA
Outro procedimento apura possíveis irregularidades envolvendo funcionários do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), no Núcleo de São Vicente Férrer. A denúncia menciona questões relacionadas ao cumprimento da jornada de trabalho, possíveis vínculos profissionais incompatíveis, condições de trabalho e problemas de gestão na unidade.
O caso começou como Notícia de Fato e foi convertido em procedimento administrativo, etapa que permite acompanhar a situação e reunir informações para esclarecer as suspeitas. Até o momento, o ato publicado não identifica nominalmente os servidores envolvidos nem detalha situações individuais. A apuração deverá verificar se as normas funcionais estão sendo cumpridas e se existem irregularidades que exijam providências.
–Profissionais temporários do hospital podem estar sem férias e adicional constitucional
As condições de trabalho dos profissionais temporários do Hospital Municipal Agostinho dos Santos Jacinto também estão sob apuração. Uma denúncia aponta que trabalhadores contratados temporariamente, especialmente enfermeiros e técnicos de enfermagem, podem estar prestando serviços durante anos sem usufruir regularmente das férias ou receber o respectivo adicional de um terço previsto na Constituição.
Outro ponto levantado é a possibilidade de as escalas de trabalho registrarem períodos de férias sem que os profissionais tenham efetivamente se afastado das atividades. A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público do Maranhão pelo Ministério Público do Trabalho, a partir de uma manifestação sigilosa.
Para esclarecer a situação, a Secretaria Municipal de Saúde deverá apresentar informações sobre os profissionais temporários no prazo de 15 dias. Também foi solicitada a relação dos trabalhadores contratados, enquanto a instituição financeira responsável pelos pagamentos deverá fornecer as folhas de pagamento.
A investigação busca verificar se os direitos dos trabalhadores estão sendo respeitados e se os registros administrativos correspondem à realidade.
– Dentistas da rede municipal são alvo de denúncia sobre frequência e carga horária
A quarta apuração envolve denúncias sobre o cumprimento da jornada de trabalho de dentistas vinculados à Prefeitura de São Vicente Férrer, especialmente aqueles que atuam na Estratégia Saúde da Família.
A manifestação recebida aponta que alguns profissionais podem não comparecer diariamente aos locais de trabalho ou não cumprir a carga horária semanal prevista de 40 horas. A denúncia também levanta dúvidas sobre a possível existência de mais de dois vínculos públicos por parte de profissionais.
Nenhum dentista foi identificado nominalmente no ato publicado. Por isso, as informações ainda precisam ser verificadas, sem que seja possível afirmar que os profissionais cometeram irregularidades.
A Secretaria Municipal de Saúde deverá apresentar, no prazo de 15 dias, a relação dos dentistas vinculados ao município, com nomes, locais de atendimento, escalas, jornadas de trabalho e vínculos profissionais. A medida permitirá comparar as informações oficiais com as denúncias e verificar se a carga horária contratada está sendo efetivamente cumprida
Os quatro procedimentos envolvem áreas diferentes, mas têm um ponto em comum: a necessidade de esclarecer denúncias e verificar se recursos públicos, contratos e serviços municipais estão sendo administrados de acordo com a legislação.
As informações constam dos atos publicados no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão, edição nº 194/2026, de 7 de outubro de 2026.
out

O cenário político de Brejo de Areia começa a ganhar novos contornos após o ex-candidato a prefeito Heraldo Mendes atrair dois vereadores da base da prefeita Geyse Costa para seu grupo político. Com a movimentação, a oposição passa a reunir cinco dos nove parlamentares da Câmara Municipal, enquanto a prefeita fica com quatro vereadores em sua base de apoio.
Heraldo Mendes disputou as últimas eleições municipais e foi derrotado por uma diferença de apenas 150 votos. Agora, busca ampliar sua força política no município e fortalecer seu grupo com novas adesões.
A chegada dos dois vereadores representa uma mudança significativa na composição política local, reduzindo a sustentação da prefeita na Câmara e ampliando o espaço da oposição nas articulações políticas do município.
Com cinco dos nove vereadores ao seu lado, Heraldo Mendes passa a contar com maioria numérica no Legislativo municipal, cenário que pode influenciar os próximos debates e as articulações políticas em Brejo de Areia.
out

O prefeito de Fortuna, no Maranhão, recebeu uma recomendação do Ministério Público do Maranhão (MPMA) para adequar o Portal da Transparência do município e garantir a divulgação completa das informações sobre emendas parlamentares. O prazo estabelecido é de 90 dias, e o descumprimento poderá resultar em medidas administrativas e judiciais contra os responsáveis.
A Recomendação nº 13/2026, expedida pela Promotoria de Justiça de São Domingos do Maranhão, foi motivada por uma fiscalização que identificou falhas na transparência das emendas parlamentares destinadas ao município. Conforme a Certidão nº 17/2026-PJSDM, o portal municipal não possui uma aba específica para essas verbas e também não disponibiliza os dados em formato estruturado, que permita consulta, download e reutilização das informações.
O caso é acompanhado por meio do Procedimento Administrativo nº 000102-273/2026, instaurado para fiscalizar a adequação dos processos legislativos orçamentários e da execução financeira das emendas parlamentares de Fortuna às exigências estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na ADPF nº 854.
Na recomendação, o promotor de Justiça Rodrigo Ronaldo Martins Rebelo da Silva determina que a prefeitura passe a identificar cada emenda parlamentar federal, estadual ou municipal, com um código único vinculado ao respectivo ato normativo de aprovação, permitindo acompanhar a aplicação dos recursos desde a origem até o destino final.
A Recomendação nº 13/2026 foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 20 de outubro de 2026, após disponibilização em 19 de outubro.
out

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) aprofundou a investigação sobre irregularidades em contratos de transporte escolar da Prefeitura de Buriticupu, após identificar inconsistências na documentação que deveria comprovar a prestação dos serviços. A apuração envolve três pagamentos realizados em fevereiro de 2025, que somam R$ 1.043.745,96, destinados à empresa E de M dos Santos Serviços EIRELI.
A medida foi formalizada por meio da Portaria de Aditamento nº 95/2026, assinada pelo promotor de Justiça Felipe Augusto Rotondo, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu. O documento adita o objeto do Inquérito Civil SIMP nº 001617-283/2025, instaurado originalmente para investigar a execução do Contrato Administrativo nº 20220029/2022, referente ao transporte escolar.
Os pagamentos sob análise foram realizados em três parcelas de R$ 347.915,32 cada. O Ministério Público quer esclarecer a quais períodos os valores se referem e se houve efetiva prestação dos serviços ou disponibilização dos veículos remunerados. Também serão examinados os procedimentos de medição, atesto, liquidação e autorização dos pagamentos.
A investigação ganhou novos elementos após análises técnicas apontarem inconsistências relacionadas aos quantitativos de veículos contratados e disponibilizados, aos aditivos contratuais, aos registros financeiros e à fiscalização dos serviços.
O Parecer Técnico nº 367/2026, da Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça, identificou problemas na documentação apresentada para comprovar a execução contratual, enquanto o Relatório Técnico nº 02/2026, da Secretaria Municipal de Transparência e Controle Interno, também apontou questões que precisam ser esclarecidas.
Entre os pontos investigados estão a possibilidade de pagamentos sem a correspondente prestação dos serviços e a remuneração por veículos que eventualmente não tenham sido disponibilizados. O MPMA também pretende individualizar a participação de agentes públicos e particulares e verificar se houve dano efetivo ao patrimônio municipal.
Foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 15 de outubro de 2026, com disponibilização em 14 de outubro de 2026.A portaria foi assinada eletronicamente pelo promotor de Justiça Felipe Augusto Rotondo, da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu.
out

O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar movimentações financeiras consideradas atípicas envolvendo a empresa CONSTRUTORA M. S. LTDA. e a Prefeitura de Buriti Bravo. A medida busca esclarecer a relação entre as operações financeiras identificadas, os contratos públicos e os serviços que teriam motivado os pagamentos.
Conforme a Portaria nº 4/2026, a apuração teve origem em informações encaminhadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), que apontaram movimentações financeiras consideradas atípicas da empresa, inscrita no CNPJ nº 08.808.191/0001-24, em operações envolvendo o município.
O Ministério Público informou que ainda não é possível concluir se houve ou não irregularidade. Por isso, determinou o aprofundamento das diligências para verificar se as movimentações registradas no Relatório de Inteligência Financeira (RIF) correspondem aos procedimentos administrativos, contratos públicos e serviços efetivamente executados.
Outro ponto que chama a atenção é que, segundo a portaria, as requisições feitas pelo Ministério Público ainda não haviam sido integralmente atendidas. Diante disso, foi determinada a continuidade do acompanhamento, incluindo a espera pela resposta ao Ofício nº 203/2026, encaminhado à prefeita de Buriti Bravo.
A decisão foi assinada pelo promotor de Justiça Gustavo Pereira Silva e converteu a Notícia de Fato no Procedimento Administrativo Stricto Sensu nº 000279-017/2026. O objetivo é fiscalizar e acompanhar os vínculos e as movimentações financeiras entre a administração municipal e a construtora, sem prejuízo de uma futura instauração de inquérito civil, caso seja necessária uma investigação mais ampla.
A portaria foi disponibilizada em 14 de outubro e publicada em 15 de outubro de 2026, no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão.
