Uma operação da Polícia Civil, conduzida pelo delegado Antonio Alan, com acompanhamento do Ministério Público do Maranhão, por meio do promotor de Justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira, resultou na prisão de dois homens identificados como Hian e Ruan, na manhã desta sexta-feira (6). Eles são investigados por suspeita de participação na morte de Gabriel Veras, de 38 anos, encontrado sem vida na linha férrea de Cantanhede, no dia 18 de outubro deste ano.
As prisões foram realizadas em São Luís, em um prédio localizado na região da Península, e no município de Cantanhede. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão em Teresina, no Piauí.
Durante as investigações, a Polícia Civil reconstruiu o possível percurso feito pela vítima na noite anterior ao crime. De acordo com as apurações, os suspeitos teriam agredido Gabriel e, posteriormente, ido até a residência dele com a intenção de continuar as agressões e matá-lo. A vítima foi encontrada morta na linha férrea, e o caso passou a ser investigado como homicídio qualificado.
Com base nos elementos reunidos, o Ministério Público, por meio do promotor Márcio Antônio Alves de Oliveira, representou pela prisão preventiva dos investigados e pela expedição de mandados de busca e apreensão.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Poder Judiciário de Cantanhede, com participação da juíza titular Luana Cardoso e do juiz André Pinho.
A operação contou com o apoio do Centro de Inteligência de Segurança Pública (CISP), por meio do delegado Luciano Bastos e do oficial investigador Elcio Lima, além de equipes policiais coordenadas pelos delegados Rafael Martins, Plínio Napoleão e Samuel Morita.
O promotor Márcio Antônio Alves de Oliveira destacou a importância da atuação conjunta das instituições e ressaltou a gravidade dos fatos investigados, especialmente diante da suspeita de que os envolvidos teriam procurado a vítima em sua própria residência com a intenção de concluir o ataque.
O caso provocou comoção e manifestações populares em Cantanhede. Com as prisões, a investigação avança na busca pelo esclarecimento das circunstâncias do homicídio e pela responsabilização dos envolvidos.
Nas três operações, a PF investiga grupos criminosos com atuação no Maranhão.
A Polícia Federal deflagrou nada menos que três operações quinta-feira (5) em território maranhense, conforme apuração do Blog do Domingos Costa, a primeira contra ataques a instituições financeiras, a segunda visa combater fraudes na concessão de financiamento de veículos e, a terceira, coibir crimes de extração ilegal de ouro na Vila Aurizona.
Na primeira, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Maranhão (FICCO/MA) e o Departamento de Combate a Crimes contra Instituições Financeiras (DCRIF/SEIC) participaram da Operação Círculo Vicioso. A operação é coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil do Mato Grosso, que investiga uma organização criminosa responsável por ataques a instituições financeiras, em especial pela explosão e pelo manuseio de caixas eletrônicos em diversos estados.
Na capital maranhense, as equipes cumpriram dois mandados de prisão contra investigados da apuração conduzida pela Polícia Civil mato-grossense. Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares, ferramentas utilizadas no arrombamento de caixas eletrônicos e um veículo automotor. A FICCO/MA é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Militar, pela Polícia Civil e pela Secretaria de Segurança Pública, por meio do Centro de Inteligência de Segurança Pública.
– 2º operação
Na segunda operação da PF no Maranhão, a Polícia Federal cumpriu em São Luís, um mandado de busca e apreensão no endereço de um suspeito de fraudes na concessão de financiamento de veículos. Segundo as apurações, eram utilizadas sem autorização informações pessoais das vítimas para elaboração de contratos de financiamento de veículos, os quais somente eram descobertos quando a dívida era cobrada pela instituição financeira.
As investigações apontam que uma das táticas criminosas consistia na oferta de brindes às vítimas, sob a justificativa de que se tratava de uma promoção. Para a liberação dos brindes, era solicitada a coleta da biometria das pessoas, posteriormente utilizada para a contratação dos financiamentos fraudulentos.
As apurações prosseguem para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no esquema de fraude a financiamentos veiculares. A Polícia Federal recomenda que haja especial cautela em relação aos dados biométricos, ainda quando solicitados em situações aparentemente corriqueiras ou inofensivas. Tais dados podem ser utilizados por organizações criminosas para a aplicação de golpes e para a prática de diversos crimes.
– 3º operação
E na terceira, a Polícia Federal deflagrou em São Luís, a Operação Recuperação. Trata-se da segunda fase da Operação Dupla Usurpação, deflagrada em 2023, relativa a crimes de extração ilegal de ouro na Vila Aurizona, zona rural do município de Godofredo Viana/MA. A ação cumpre três mandados de prisões preventivas, expedidos pela Justiça Federal, além de medidas de bloqueio de bens e valores em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas.
Os registros demonstram que os garimpos ilegais estão inseridos na Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses. Os fatos investigados configuram crimes ambientais, bem como usurpação de bens da União e associação criminosa. Os prejuízos calculados, considerando apenas o dano ambiental, já são superiores a R$ 10 milhões. Os investigados foram conduzidos aos presídios de Godofredo Viana e São Luís.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA) convocou o conselheiro-substituto Osmário Freire Guimarães para exercer, em caráter interino e permanente, as funções de conselheiro na vaga aberta com a aposentadoria de João Jorge Jinkings Pavão. A Portaria TCE/MA nº 987, de 5 de novembro de 2026, publicada na Edição nº 3126 do Diário Oficial Eletrônico da Corte, tem efeitos retroativos a 30 de outubro.
A medida ocorre porque o preenchimento definitivo da cadeira cabe à Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), que ainda não deflagrou o processo de escolha do sucessor. Enquanto isso não acontece, o Tribunal recorre ao substituto constitucional para manter o Pleno completo.
– A vaga é da Assembleia
Cabe à Alema, abrir o procedimento: publicar edital, receber inscrições, sabatinar e aprovar o nome por decreto legislativo. Até a data da portaria, esse rito não havia sido iniciado.
– Sem comunicação à Assembleia
O ato de convocação partiu da Presidência do TCE/MA, hoje exercida interinamente pelo conselheiro Marcelo Tavares. Ele assumiu o comando da Corte em 17 de agosto de 2026, após o ministro Flávio Dino, do STF, afastar o presidente Daniel Brandão por 180 dias.
Tavares chegou ao Tribunal em 2021, escolhido pela Assembleia por meio do Decreto Legislativo nº 653/2021, quando era secretário-chefe da Casa Civil do então governador Flávio Dino. Ele também presidiu a Alema entre 2009 e 2011.
Os documentos do processo não registram qualquer ofício da Presidência do TCE comunicando à Assembleia a vacância da cadeira de Pavão. Essa comunicação é o passo que, pelo rito usual, permite ao Legislativo abrir edital e escolher o novo conselheiro.
Em vez disso, os autos tratam apenas da convocação do substituto e de seus efeitos na folha de pagamento. Na prática, a vaga da Assembleia passou a ser ocupada por decisão interna do próprio Tribunal, sem prazo para terminar.
A convocação de conselheiro-substituto tem previsão constitucional e não é, por si, irregular. O que chama atenção é a ordem dos atos: a Corte resolveu a ocupação da cadeira antes de provocar formalmente quem tem a competência para preenchê-la.
– Três cadeiras sem titular
A saída de Pavão aprofunda um déficit que já vinha de antes. Duas outras vagas, abertas com as saídas de Washington Oliveira (2024) e Álvaro César (2025), seguem sem titular. Uma é da Assembleia e a outra, do governador.
O conselheiro Daniel Brandão, por sua vez, está afastado do cargo por determinação do mesmo ministro. Com isso, o Pleno depende cada vez mais de conselheiros-substitutos para funcionar.
Nos bastidores, já circulam três nomes interessados na vaga: Flávio Olímpio, consultor legislativo da própria Assembleia.
João Pedro saiu da agência bancária portando uma mochila preta, ingressou em seu veículo HB20S, placa: RUX5D84, e deixou o local. Foi, então, que a equipe da PF começou acompanhar o veículo e em local considerado mais seguro pela equipe foi realizada a abordagem, entretanto, no momento da abordagem quando a equipe se identificou como sendo da Polícia Federal e deu ordem de parada a João Pedro, ele não respeitou e continuou seu trajeto.
João Pedro Mendes Pereira é considerado pela PF o “sacador” de dinheiro da empresa Enciza Engenharia; pessoa de confiança do empresário Lauro Moura, com ele foi apreendido cerca de R$ 1 milhão em espécie.
Documentos e, também informações, obtidas com exclusividade pelo Blog do Domingos Costa relevam em detalhes como ocorreu a prisão do “sacador” João Pedro Mendes Pereira (foto) e a apreensão de R$ 1 milhão de reais nesta quarta-feira (04) em São Luís por parte da Polícia Federal.
João Pedro tem 53 anos é natural de Anajatuba, mas atualmente possui endereço no bairro no Bairro do Vinhais em São Luís. É considerado homem de confiança do empresário José Lauro de Castro Moura, dono da empresa Enciza Engenharia Civil LTDA.
O Blog do Domingos Costa apurou que em nome de João Pedro Mendes Pereira existem diversas procurações assinadas por José Lauro de Castro Moura dando poderes ele resolver diversas questões envolvendo a empresa Enciza Engenharia Civil LTDA, junto a CAEMA – Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão, também a Equatorial Energia e, ainda, a saques a bancos.
A Polícia Federal intitula João Pedro Mendes Pereira como “sacador” da ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA.
– Detalhes da ação
O Relatório de Inteligência Financeira nº 152304.3.5242.7181 registra que a empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA. e JOÃO PEDRO MENDES PEREIRA realizaram diversas solicitações de provisionamento de saques em espécie, em valores próximos a R$ 500.000,00, para retirada em agência bancária situada nesta capital, circunstância considerada atípica pelos mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.
O delegado da PF, Salomão Sá Menezes Moraes, descreve João Pedro como o responsável em comunicações de provisionamento de saques em espécie realizadas perante o Banco do Brasil, referentes aos dias 04, 05, 06, 09 e 10/11/2026, totalizando valores superiores a R$ 2,9 milhões, todos vinculados à conta da ENCIZA ENGENHARIA.
Conforme informações as quais o Blog do DC, o delegado Salomão Sá Menezes Moraes foi informado, ainda na parte da manhã, que existia uma provisão de saque no valor de R$ 1 milhão a ser realizado na agência Bando do Brasil da Avenida Colares Moreira, s/n, Renascença II, São Luís/MA, então, ele e mais três agentes da PF foram até o local e ficaram em viatura descaracterizado na frente da agência bancária, esperando a movimentação do suspeito, João Pedro Mendes Pereira.
E, por volta das 12h, o “sacador” João Pedro Mendes Pereira, que atua em favor da empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA saiu da agência bancária portando uma mochila preta, ingressou em seu veículo HB20S, placa: RUX5D84, e deixou o local. Foi, então, que a equipe da PF começou acompanhar o veículo e em local considerado mais seguro pela equipe foi realizada a abordagem, entretanto, no momento da abordagem quando a equipe se identificou como sendo da Polícia Federal e deu ordem de parada a João Pedro, ele não respeitou e continuou seu trajeto.
Os agentes voltaram para a viatura e fizeram o acompanhamento tático, após percorrer cerca de 2km o indivíduo parou seu carro e acatou as ordens da equipe. A PF diz que no interior da mochila, de cor preta, foi encontrada expressiva quantia em dinheiro que havia sacado no banco e, posteriormente, verificou-se que a mochila continha R$ 998.980,00 em espécie. O sacador João Pedro Mendes Pereira foi alvo de Inquérito Policial e preso em flagrante pela Polícia Federal, que trabalha sob a suspeita de crimes de “lavagem” ou ocultação de bens
– Versão apresentada
O Delegado Salomão Sá Menezes Moraes diz que a versão apresentada por João Pedro mostrou-se precária e inverossímil diante dos elementos concretos já reunidos na investigação. Em interrogatório, alegou que os valores apreendidos, no montante de R$ 998.980,00, destinavam-se ao pagamento de sinal para aquisição de imóvel avaliado em R$ 12.500.000,00, sendo que sua advogada apresentou documentação relacionada a suposta negociação imobiliária envolvendo a empresa OCEANOS INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. e a empresa PLANTA COMÉRCIO E ENGENHARIA LTDA. , cujo instrumento particular de promessa de compra e venda prevê sinal de R$ 1.000.000,00 e pagamento do saldo remanescente mediante transferência bancária para conta específica da vendedora.
“Não obstante, questionado acerca da razão pela qual optou pelo transporte físico de aproximadamente um milhão de reais em espécie, em detrimento da utilização do sistema financeiro formal, especialmente considerando que o próprio contrato prevê pagamento do saldo por depósito ou transferência bancária, o conduzido não apresentou justificativa plausível. Verificou-se, ademais, contradição relevante em sua narrativa. O investigado afirmou que aquele seria o único saque em espécie relacionado à operação imobiliária, sustentando que os demais pagamentos seriam realizados exclusivamente por meio de transferência bancária. Todavia, informações de inteligência financeira previamente obtidas apontavam a existência de diversos outros provisionamentos de saques em espécie vinculados ao mesmo contexto investigativo, em datas subsequentes à abordagem policial, que perfazem cerca de 3 milhões de reais, revelando incompatibilidade entre as declarações prestadas e os elementos objetivos já disponíveis nos autos.” Diz o delegado em trecho do Relatório.
O Delegado diz, ainda, que soma-se a isso o fato de terem sido encontrados em poder do conduzido documentos consistentes em tabelas e controles financeiros contendo previsão de múltiplos saques em espécie, realizados em valores fracionados, muitos deles inferiores aos limites normalmente utilizados pelos mecanismos de monitoramento financeiro, circunstância que, em tese, pode indicar estratégia destinada a dificultar a rastreabilidade dos recursos e a evitar a detecção pelos órgãos de controle e prevenção à lavagem de dinheiro.
“As referidas planilhas fazem referência a diversos pagamentos em espécie, associados a diferentes pessoas jurídicas, incluindo “ENCIZA”, “OCEANOS” e “AGROCIL”, totalizando valores expressivos distribuídos em sucessivas retiradas. Desse modo, a versão apresentada pelo conduzido, longe de afastar as suspeitas, revelou-se inconsistente diante do conjunto indiciário reunido, especialmente quando confrontada com a apreensão de vultosa quantia em espécie, a tentativa de evasão durante a abordagem policial, as previsões de novos saques identificadas pelas equipes de investigação e os elementos produzidos pela Controladoria-Geral da União e pela Polícia Federal acerca da possível utilização de recursos oriundos de fraudes licitatórias e desvios de verbas públicas.”Completa.
– Aparelho celular
O celular do sacador João Pedro Mendes Pereira foi apreendido pela PF, conforme consignado no Auto de Prisão em Flagrante, durante a ação policial que culminou na prisão dele. Foram apreendidos bens de interesse para a investigação, dentre eles aparelho telefônico celular utilizado pelo conduzido.
“Diante do contexto ora exposto, é razoável supor que o aparelho celular apreendido contenha elementos informativos relevantes à elucidação dos fatos, especialmente comunicações mantidas entre o investigado e terceiros envolvidos, registros de tratativas relativas aos saques em espécie, negociações envolvendo contratos públicos, orientações para transporte e entrega de valores, dados bancários, comprovantes de operações financeiras, geolocalização e outros registros aptos a identificar a origem, a destinação e os beneficiários finais dos recursos investigados. A medida mostra-se adequada, necessária e proporcional, uma vez que a análise dos dados armazenados no aparelho poderá esclarecer aspectos essenciais da dinâmica delitiva, identificar eventuais corréus e beneficiários, delimitar o fluxo financeiro investigado e subsidiar futuras medidas patrimoniais e cautelares.”Completa o Delegado Salomão.
Um erro crasso na prisão de um senhor identificado como Raimundo Nonato Santos Silva, de 62 anos, na cidade de São Luiz Gonzaga, que tem gerado grande revolta popular e nas redes sociais, dado a injustiça cometida e o absurdo, não pode ser creditado apenas na conta do Delegado de Polícia Civil do Município do Delegado Antônio Paulino, que fez o pedido, mas também deve compartilhada da mesma responsabilidade pelo erro do Promotor de Justiça Dr. Promotor de Justiça Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho que foi favorável ao pedido de prisão, e sobretudo, ao juiz Diego Duarte de Lemos, titular da Comarca de São Luiz Gonzaga do Maranhão, que determinou a prisão.
No mando de prisão o qual o Blog do Domingos Costa teve acesso, consta apenas o apelido do indivíduo que acabou preso por engano, identificado como “Raimundo Jacaré”. No documento, pasmem, não tem o nome completo, número do RG, CPF e sequer a filiação, dados que poderiam excluir a possibilidade de erro de um possível homônimo.
Outro agravante é o endereço do preso, “Raimundo Jacaré”, que difere completamente do homem preso.
O delegado do caso Antônio Paulino, foi afastado da sua função por determinação do juiz Diego Duarte de Lemos, a pedido do Rodrigo Freire Wiltshire de Carvalho, por questão que diz respeito ao acúmulo de falta de atuação do delegado ao longo dos anos em diversos casos sem resolução do município de São Luiz Gonzaga.
Enquanto isso, o “Seu Raimundo” continua preso inocentemente, mesmo após o Promotor de Justiça Rodrigo Freire admitir o erro e pedir revogação da prisão, até a tarde desta quinta-feira (05), o juiz Diego Duarte de Lemos ainda não tinha determinado a liberdade.
Os vídeos desse post são de autoria do Portal de Notícias Acontece News.
Ao lado de autoridades, Pedro Lucas participa de debate sobre o setor espacial.
O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (UNIÃO/MA) participou, nesta quarta-feira (4), da 8ª Cúpula sobre Sustentabilidade Espacial, realizada em Brasília. Pela primeira vez na América Latina, o evento reúne autoridades brasileiras e estrangeiras, representantes de agências espaciais e especialistas para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao uso sustentável do espaço.
Durante o encontro, Pedro Lucas destacou a importância da Lei Geral das Atividades Espaciais, de sua autoria, como um marco para o desenvolvimento do setor espacial brasileiro. A legislação representa um avanço na organização e regulamentação das atividades espaciais no país, criando condições mais favoráveis para investimentos, segurança jurídica e participação do Brasil em um mercado internacional em constante expansão.
O deputado ressaltou que o setor espacial abre novas perspectivas para o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico, em especial para o Maranhão, que conta com o Centro de Lançamento de Alcântara.
Com um mercado que cresce a cada ano, o Brasil tem a oportunidade de ampliar sua participação em atividades como lançamento de satélites, exploração comercial do espaço, pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Nesse cenário, a Lei Geral das Atividades Espaciais contribui para fortalecer a competitividade nacional, atrair investimentos e estimular a inovação.
A cúpula também coloca em pauta a sustentabilidade das atividades em órbita, diante do crescimento acelerado do número de satélites e dos desafios relacionados ao lixo espacial.
Para Pedro Lucas, avançar na legislação e no planejamento do setor é fundamental para que o Brasil esteja preparado para acompanhar as transformações globais, aproveitando as oportunidades de um mercado estratégico e contribuindo para um futuro espacial mais seguro, sustentável e inovador.
Santa Inês lidera ranking nacional e se torna referência em atenção básica.
Santa Inês alcançou uma marca de destaque nacional na área da saúde. Segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, do Centro de Liderança Pública (CLP), o município ocupa o 1º lugar do Brasil e também o 1º lugar da Região Nordeste em cobertura da Atenção Primária à Saúde, com índice de 179,23%.
O resultado coloca Santa Inês à frente de municípios de diferentes regiões do país, incluindo grandes capitais, e evidencia a ampliação da estrutura de atendimento básico oferecida à população.
Um dos principais fatores que ajudam a explicar esse avanço é a expansão das equipes de Atenção Primária no município. Quando o prefeito Felipe dos Pneus assumiu a gestão, Santa Inês contava com 25 equipes. Atualmente, esse número ultrapassa 45 equipes, representando um crescimento de mais de 80% na estrutura responsável pelo atendimento direto à população.
Na prática, a ampliação significa maior presença dos serviços de saúde nos territórios e mais capacidade de acompanhamento das famílias, prevenção de doenças, vacinação, acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pacientes com doenças crônicas.
Os dados do ranking mostram a dimensão do desempenho de Santa Inês. Com 179,23%, o município aparece isolado na primeira colocação nacional, à frente de Bacabal (MA), que ocupa a segunda posição e à frente das maiores capitais do país.
A classificação utiliza como referência a cobertura da Atenção Primária, indicador que mede a capacidade de atendimento da população pelas equipes de saúde da família e demais equipes que atuam na atenção básica.
A evolução de 25 para mais de 45 equipes representa uma mudança significativa na capacidade de atendimento da rede municipal.
O objetivo da Atenção Primária é justamente aproximar a saúde da população, fazendo com que o cidadão tenha acompanhamento contínuo e não precise recorrer somente aos serviços de urgência quando um problema já está agravado.
Para Santa Inês, o resultado apresentado pelo CLP representa não apenas uma posição em um ranking, mas um indicador do crescimento da estrutura de atendimento básico do município.
Santa Inês, que já é referência regional em diversos serviços, agora aparece também em primeiro lugar no Brasil quando o assunto é cobertura da Atenção Primária à Saúde.
O sacador João Pedro Mendes Pereira foi alvo de Inquérito Policial e preso em flagrante pela Polícia Federal, que trabalha sob a suspeita de crimes de “lavagem” ou ocultação de bens. A PF diz que a prisão em flagrante contra João Pedro ocorreu após a verificação de informações de inteligência financeira relativas a sucessivos saques em espécie vinculados à empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA.
Dono da Enciza Engenharia, Lauro Moura e o seu “sacador”, João Pedro, preso pela PF com R$ 1 milhão.
O dinheiro em espécie, cerca de R$ 1 milhão, apreendido pela Polícia Federal nesta quarta-feira (4/11) em São Luís foi resultado de uma ação investigativa sob a coordenada do delegado Salomão Sá Menezes Moraes. A vultuosa quantia em dinheiro vivo foi encontrada no carro do auxiliar administrativo João Pedro Mendes Pereira, intitulado pela PF como “sacador” da ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA, cujo o dono é o empresário José Lauro de Castro Moura. A informação foi apurada pelo Blog do Domingos Costa.
Conforme informações as quais o Blog do DC, o delegado Salomão Sá Menezes Moraes foi informado, ainda na parte da manhã, que existia uma provisão de saque no valor de R$ 1 milhão a ser realizado na agência Bando do Brasil da Avenida Colares Moreira, s/n, Renascença II, São Luís/MA, então, ele e mais três agentes da PF foram até o local e ficaram em viatura descaracterizado na frente da agência bancária, esperando a movimentação do suspeito, João Pedro Mendes Pereira.
Por volta das 12h, o “sacador” João Pedro Mendes Pereira, que atua em favor da empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA saiu da agência bancária portando uma mochila preta, ingressou em seu veículo HB20S, placa: RUX5D84, e deixou o local.
– Perseguição em via pública
Foi, então, que a equipe da PF começou acompanhar o veículo e em local considerado mais seguro pela equipe foi realizada a abordagem, entretanto, no momento da abordagem quando a equipe se identificou como sendo da Polícia Federal e deu ordem de parada a João Pedro, ele não respeitou e continuou seu trajeto.
Os agentes voltaram para a viatura e fizeram o acompanhamento tático, após percorrer cerca de 2km o indivíduo parou seu carro e acatou as ordens da equipe. A PF diz que no interior da mochila, de cor preta, foi encontrada expressiva quantia em dinheiro que havia sacado no banco e, posteriormente, verificou-se que a mochila continha R$ 998.980,00 em espécie.
O sacador João Pedro Mendes Pereira foi alvo de Inquérito Policial e preso em flagrante pela Polícia Federal, que trabalha sob a suspeita de crimes de “lavagem” ou ocultação de bens. A PF diz que a prisão em flagrante contra João Pedro ocorreu após a verificação de informações de inteligência financeira relativas a sucessivos saques em espécie vinculados à empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA.
O delegado Salomão descreve João Pedro como o responsável em comunicações de provisionamento de saques em espécie realizadas perante o Banco do Brasil, referentes aos dias 04, 05, 06, 09 e 10/11/2026, totalizando valores superiores a R$ 2,9 milhões, todos vinculados à conta da ENCIZA ENGENHARIA.
A Federal diz que as circunstâncias acabaram deflagrando a prisão em flagrante pela prática, em tese, do delito previsto na Lei nº 9.613/1998 [crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores].
O Relatório de Inteligência Financeira nº 152304.3.5242.7181 registra que a empresa ENCIZA ENGENHARIA CIVIL LTDA. e o seu “sacador” realizaram diversas solicitações de provisionamento de saques em espécie, em valores próximos a R$ 500.000,00, para retirada em agência bancária situada nesta capital, circunstância considerada atípica pelos mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro.
Além disso, o relatório destaca movimentação financeira da empresa amplamente superior ao faturamento declarado, recorrentes saques em espécie, operações relacionadas a licitações públicas e movimentações reputadas suspeitas pelos órgãos de controle.
Para o delegado Salomão Sá Menezes Moraes, os sucessivos saques em espécie identificados pelas equipes de investigação, associados à apreensão de R$ 998.980,00 em poder de representante da empresa, revelam elementos concretos que justificam a apuração da eventual destinação irregular de recursos provenientes dos contratos públicos executados pela ENCIZA, reforçando a hipótese investigativa de ocultação e dissimulação de valores oriundos de infrações penais antecedentes praticadas em detrimento da Administração Pública.
– O que João Pedro diz
Em interrogatório, João Pedro Mendes Pereira alegou que os valores apreendidos, no montante de R$ 998.980,00, destinavam-se ao pagamento de sinal para aquisição de imóvel avaliado em R$ 12.500.000,00, sendo que sua advogada apresentou documentação relacionada a suposta negociação imobiliária envolvendo a empresa OCEANOS INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA. e a empresa PLANTA COMÉRCIO E ENGENHARIA LTDA. , cujo instrumento particular de promessa de compra e venda prevê sinal de R$ 1.000.000,00 e pagamento do saldo remanescente mediante transferência bancária para conta específica da vendedora.
Dinheiro apreendido pela PF em mochila do “sacador” da empresa Enciza Engenharia.
PF prende homem que transportava quase 1 milhão no porta-malas.
Nesta quarta-feira (4/11), a Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), realizou a prisão em flagrante de um homem que transportava cerca de R$ 1 milhão em espécie, no município de São Luís.
Durante abordagem, o homem fez manobras evasivas, e foi detido. Na vistoria, as equipes localizaram R$ 998.980,00 em espécie no porta-malas. O suspeito foi conduzido para a Superintendência da Polícia Federal no Maranhão, onde foi formalizada a prisão em flagrante pelo crime de lavagem de dinheiro.
Investigações preliminares da PF, realizadas com o apoio da CGU, indicaram que os valores transportados podem estar relacionados a fraudes em licitação e desvio de recursos públicos. Após interrogatório, o homem passou por exame de corpo de delito e foi transferido para o sistema penal.
A PF continuará as investigações com o objetivo de identificar o destino da quantia em espécie e de esclarecer todas as circunstâncias das movimentações apontadas como suspeitas.
Uma denúncia apresentada por um cidadão à Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) resultou na manutenção da suspensão de uma licitação de R$ 307,5 mil da Prefeitura de Chapadinha. O procedimento tinha como objetivo contratar uma empresa especializada para executar a construção do pátio da sede do Executivo municipal.
A representação questiona supostas irregularidades na Concorrência Eletrônica nº 022/2026-PMCH, vinculada ao Processo Administrativo nº 4170/2026. O valor estimado da contratação era de R$ 307.516,93.
A denúncia foi direcionada à Prefeitura de Chapadinha e cita como responsáveis a prefeita Maria Ducilene Pontes Cordeiro, o agente de contratação municipal, Luciano de Souza Gomes, e o engenheiro civil Wéverton Thallys Matos Almeida, responsável técnico pela elaboração do projeto e do orçamento da obra.
O denunciante, cuja identidade foi mantida sob sigilo conforme previsto na Lei Orgânica do TCE-MA, solicitou a adoção de uma medida cautelar para impedir o prosseguimento da contratação diante das supostas ilegalidades apontadas no processo licitatório.
Diante da representação, foi expedida a Medida Cautelar nº 02/2026, em 17 de setembro de 2026, acolhendo o pedido apresentado ao Tribunal. A decisão foi posteriormente submetida à apreciação do Plenário do TCE-MA.
Em sessão realizada no dia 23 de setembro, os conselheiros decidiram, por unanimidade, ratificar a medida cautelar e manter seus efeitos até uma decisão definitiva sobre o mérito da denúncia.
Além da Prefeitura, a denúncia identifica a prefeita, o agente de contratação e o engenheiro responsável pelo projeto e pelo orçamento, em razão das funções desempenhadas no procedimento questionado.
A decisão consta na PL-TCE nº 633/2026, relatada pelo conselheiro-substituto Melquizedeque Nava Neto. O documento foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA, edição nº 3123/2026, de 29 de outubro de 2026.